Jogadores brasileiros de Playstation fazem campanha contra o aumento de preços no país


Ao que parece, chegou a hora dos sonystas se rebelarem contra os preços cobrados nos jogos do PlayStation. Esta semana, a Sony anunciou um aumento nos jogos da linha PlayStation Hits, que visa vender alguns títulos exclusivos de sucesso por preços mais acessíveis.


Somado ao recente aumento no valor da assinatura da PS Plus, alguns gamers decidiram que era a hora de protestar. Iniciada por um usuário no Twitter, a campanha que leva a tag PlayStationLowerPrices (PlayStation diminua os preços), a ação vem ganhando força e cada vez mais entusiastas.


Ao ter como exemplo o jogo Ninja Gaiden Master Collection, o usuário notou que a diferença de preços praticados entre a PS Store e Microsoft Store é surreal. Enquanto na loja da Sony o jogo está sendo vendido por R$ 214,90, na loja do Xbox o jogo sai por R$ 184,95. Vale notar que ambos os preços são para a versão padrão digital do jogo.


Alguns usuários relatam que o aumento nos jogos dificulta ainda mais manter a plataforma em território brasileiro, principalmente para aqueles que gostam de colecionar mídias físicas.


A partir de 7 de julho, a PlayStation Plus terá seus valores ajustados. O preço anual do serviço passará de R$ 149,90 para R$ 199,90, representando um aumento de 33%. O plano de 3 meses passará para R$ 84,90 e o mensal de R$ 25,90 para R$ 34,90.


Na PS Store, os jogos com o selo PS Hits (incluindo God of War, Spider-Man, Horizon Zero Dawn e outros), já tiveram seus valores reajustados de R$ 79,90 para R$ 99,50, um aumento de 24%.


A resposta certamente é um reflexo do crescente esforço da Microsoft em tornar os jogos mais acessíveis, através de plataformas como o Game Pass e xCloud.


Além disso, devemos levar em conta de que muitos dos jogos PS Hits que tiveram seus preços reajustados são mais antigos, o que dá ainda mais combustível para a campanha acima.


Por enquanto, a Sony ainda não se manifestou sobre o assunto, mas esperamos que a melhor atitude para benefício do consumidor seja tomada.


Fonte: Mundo Conectado


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